Há alguns meses, o Conselho Superior de Audiovisuais (le Conseil supérieur de l’audiovisuel) em França enfatizou no seu estudo que a publicidade televisiva ainda utiliza as mulheres como objetos de desejo. As principais marcas francesas comprometem-se então a combater o estereótipo e a fazer uma comunicação mais responsável, menos intrusiva e acessível. A publicidade mudará em 2018? Será que é isso que pretendemos? Claire Dorland-Clauzel, diretora de marketing da Michelin, Virginie Sassoon, chefe do laboratório CLEMI, Stephan Loerke, presidente da Federação Mundial de Anunciantes (WFA), Jean-Luc Chetrit, Diretor Geral da União de Anunciantes (l’Union des annonceurs), Hervé Brossard, presidente do Omnicom Media Group, discutiram o tema no passado dia 15 de janeiro, no programa francês da BFM Business – les Décodeurs de l’éco, apresentado por Fabrice Lundy.

Há alguns meses, o Conselho Superior de Audiovisuais (le Conseil supérieur de l’audiovisuel) em França enfatizou no seu estudo que a publicidade televisiva ainda utiliza as mulheres como objetos de desejo. As principais marcas francesas comprometem-se então a combater o estereótipo e a fazer uma comunicação mais responsável, menos intrusiva e acessível. A publicidade mudará em 2018? Será que é isso que pretendemos? Claire Dorland-Clauzel, diretora de marketing da Michelin, Virginie Sassoon, chefe do laboratório CLEMI, Stephan Loerke, presidente da Federação Mundial de Anunciantes (WFA), Jean-Luc Chetrit, Diretor Geral da União de Anunciantes (l’Union des annonceurs), Hervé Brossard, presidente do Omnicom Media Group, discutiram o tema no passado dia 15 de janeiro, no programa francês da BFM Business – les Décodeurs de l’éco, apresentado por Fabrice Lundy.
24/01/2018 Ana Grácio

Há alguns meses, o Conselho Superior de Audiovisuais (le Conseil supérieur de l'audiovisuel) em França enfatizou no seu estudo que a publicidade televisiva ainda utiliza as mulheres como objetos de desejo. As principais marcas francesas comprometem-se então a combater o estereótipo e a fazer uma comunicação mais responsável, menos intrusiva e acessível. A publicidade mudará em 2018? Será que é isso que pretendemos? Claire Dorland-Clauzel, diretora de marketing da Michelin, Virginie Sassoon, chefe do laboratório CLEMI, Stephan Loerke, presidente da Federação Mundial de Anunciantes (WFA), Jean-Luc Chetrit, Diretor Geral da União de Anunciantes (l'Union des annonceurs), Hervé Brossard, presidente do Omnicom Media Group, discutiram o tema no passado dia 15 de janeiro, no programa francês da BFM Business - les Décodeurs de l'éco, apresentado por Fabrice Lundy.

Há alguns meses, o Conselho Superior de Audiovisuais (le Conseil supérieur de l’audiovisuel) em França enfatizou no seu estudo que a publicidade televisiva ainda utiliza as mulheres como objetos de desejo. As principais marcas francesas comprometem-se então a combater o estereótipo e a fazer uma comunicação mais responsável, menos intrusiva e acessível. A publicidade mudará em 2018? Será que é isso que pretendemos?

Claire Dorland-Clauzel, diretora de marketing da Michelin, Virginie Sassoon, chefe do laboratório CLEMI, Stephan Loerke, presidente da Federação Mundial de Anunciantes (WFA), Jean-Luc Chetrit, Diretor Geral da União de Anunciantes (l’Union des annonceurs), Hervé Brossard, presidente do Omnicom Media Group, discutiram o tema no passado dia 15 de janeiro, no programa francês da BFM Business – les Décodeurs de l’éco, apresentado por Fabrice Lundy.

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