{"id":4199,"date":"2016-07-31T17:16:27","date_gmt":"2016-07-31T17:16:27","guid":{"rendered":"http:\/\/academia.apan.mailayout.com\/?p=4199"},"modified":"2016-11-07T13:03:30","modified_gmt":"2016-11-07T13:03:30","slug":"to-app-or-not-to-app","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/apan.pt\/academia\/to-app-or-not-to-app\/","title":{"rendered":"To APP or not to APP?"},"content":{"rendered":"<p><strong>To APP or not to APP?<\/strong><\/p>\n<p>Um estudo efetuado em 2014 pela Flurry, empresa da Yahoo de an\u00e1lise de dados e venda de publicidade mobile, demonstrou que aproximadamente 86% do tempo que um consumidor passa em dispositivos m\u00f3veis \u00e9 a utilizar aplica\u00e7\u00f5es, sendo o tempo utilizado em navegadores de apenas 14%. N\u00e3o h\u00e1 qualquer d\u00favida que o mercado de apps mobile est\u00e1 a explodir, impulsionado ainda pelo aumento exponencial do uso das tecnologias wearable e de objetos conetados, sendo que \u00e0 partida estes n\u00fameros deveriam sugerir que o sucesso de uma estrat\u00e9gia de comunica\u00e7\u00e3o nos dias de hoje teria imperativamente que incluir o seu desenvolvimento. Contudo, ao analisarmos alguns dados adicionais, nomeadamente qual o tipo de apps que interessam efetivamente aos consumidores, chegamos a algumas conclus\u00f5es que nos devem fazer refletir. Na realidade, no mesmo estudo, constatou-se que 32% da intera\u00e7\u00e3o com apps est\u00e1 relacionada com jogos, 28% com redes sociais e instant messaging (17% com o Facebook), 11% em entretenimento e media (entre os quais Youtube, servi\u00e7os de streaming e plataformas como Flipboard e Pocket) e 12% com utilidade e produtividade (apps de cart\u00f5es de cr\u00e9dito, banca, apps como o Evernote, email, calculadoras, mapas, entre outras que tiram partido de funcionalidades dos smartphones). Assim sendo, uma marca que pretenda desenvolver uma app que n\u00e3o esteja relacionada com estas categorias, ter\u00e1 que obrigatoriamente competir por um espa\u00e7o muito disputado e limitado nos dispositivos m\u00f3veis dos seus consumidores, sendo que num smartphone existem em m\u00e9dia apenas 40 apps. Se por um lado existem mais de 1.000.000 de apps na Apple iTunes Store e no Google Play e mesmo a loja do Windows Phone j\u00e1 tem mais de 300.000 apps, por outro proliferam as chamadas \u201cZombie Apps\u201d com \u00edndices de utiliza\u00e7\u00e3o muito reduzidos sendo que, de acordo com um estudo da Compuware, cerca de 80 a 90% das apps s\u00e3o apagadas pelos utilizadores depois de usadas uma \u00fanica vez.<\/p>\n<p>Quais s\u00e3o ent\u00e3o os pontos importantes sobre os quais as marcas devem refletir antes de apostarem no desenvolvimento de uma app? Quando \u00e9 que esse desenvolvimento faz de facto sentido e \u00e9 priorit\u00e1rio? Seguem alguns pontos que dever\u00e3o ser cuidadosamente ponderados:<\/p>\n<p><strong>1. A marca j\u00e1 tem implementados outros touchpoints mobile, nomeadamente um website responsive ou otimizado para mobile<\/strong>?<br \/>\nUm erro comum da parte dos respons\u00e1veis de marketing \u00e9 considerarem que ter uma estrat\u00e9gia mobile passa obrigatoriamente pela cria\u00e7\u00e3o de uma app, fruto de uma vontade natural de consolidar a presen\u00e7a da marca neste canal e da constata\u00e7\u00e3o \u00f3bvia que tal \u00e9 obrigat\u00f3rio nos dias que correm. Mas estar presente no canal mobile n\u00e3o implica o desenvolvimento de uma app, sendo que na grande maioria dos casos existem outras prioridades, nomeadamente o desenvolvimento de um website mobile friendly, algo que desde o dia 21 de Abril deste ano deixou de ser uma op\u00e7\u00e3o com a altera\u00e7\u00e3o do algoritmo usado pela Google, que passou a privilegiar os sites otimizados para mobile. Outro ponto importante a ter em conta \u00e9 que apesar dos n\u00edveis de envolvimento nas apps serem superiores, j\u00e1 que a experi\u00eancia de utiliza\u00e7\u00e3o \u00e9 normalmente superior ao de um site responsive, a convers\u00e3o em vendas n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o eficaz e 67% dos utilizadores est\u00e1 mais disposto a comprar via um site mobile-friendly.<\/p>\n<p><strong>2 \u2013 Existe uma identifica\u00e7\u00e3o clara do prop\u00f3sito e do papel da app?<\/strong><br \/>\nUma app para ter sucesso e criar impacto junto dos consumidores da marca, tem que em primeiro lugar, como em qualquer projeto de comunica\u00e7\u00e3o, ser desenvolvida com base num insight s\u00f3lido do consumidor, tendo em conta as suas motiva\u00e7\u00f5es e necessidades, garantindo a sua relev\u00e2ncia. Os casos com melhores resultados s\u00e3o os que acrescentam valor \u00e0 sua vida, seja pela oferta de ferramentas \u00fateis e servi\u00e7os de apoio, seja pela personaliza\u00e7\u00e3o de mensagens e ofertas, seja criando oportunidades de entretenimento. Vejamos os casos de algumas das apps de marcas com mais sucesso de sempre, tais como a app NIKE+ criando uma din\u00e2mica de comunidade e competi\u00e7\u00e3o e a app da Starbucks que permite enriquecer a experi\u00eancia do consumidor, tornando mais simples a localiza\u00e7\u00e3o das lojas, a personaliza\u00e7\u00e3o da sua bebida, os pagamentos e ainda incentivando a fideliza\u00e7\u00e3o.<br \/>\nSe n\u00e3o for poss\u00edvel encontrar uma raz\u00e3o para a exist\u00eancia da app, \u00e9 fundamental recordar que nem todas as marcas t\u00eam que ter uma. O importante ser\u00e1 come\u00e7ar pela ideia, sem o foco na tecnologia a utilizar pois esta \u00e9 um mero facilitador e totalmente secund\u00e1ria. O foco dever\u00e1 ser sempre entender as necessidades do consumidor e como preench\u00ea-las, sendo que uma app pode ou n\u00e3o ser o melhor instrumento para o fazer. S\u00f3 faz ainda sentido constru\u00ed-la se houver uma necessidade genu\u00edna e regular para preencher que n\u00e3o possa ser efetuada atrav\u00e9s de outros meios como o website ou o email, pois nesse caso o consumidor dificilmente a ir\u00e1 descarregar e se o fizer, n\u00e3o a vai manter durante muito tempo nos seus dispositivos.<\/p>\n<p><strong>3. Existe or\u00e7amento para o desenvolvimento da app?<\/strong><br \/>\nDe um modo geral, e obviamente quando falamos de apps nativas que obrigam ao desenvolvimento em pelo menos duas linguagens de programa\u00e7\u00e3o, criar uma app implica um investimento superior ao de um website. Novas solu\u00e7\u00f5es como o desenvolvimento de apps h\u00edbridas, com programa\u00e7\u00e3o em HTML5 e JavaScript mas que permitem a sua coloca\u00e7\u00e3o nas app stores, conseguem diminuir em parte esses custos de desenvolvimento mas t\u00eam ainda limita\u00e7\u00f5es do ponto de vista de usabilidade e acesso a funcionalidades dos smartphones.<\/p>\n<p><strong>4. Mesmo que exista or\u00e7amento para o desenvolvimento, este \u00e9 suficiente para garantir a promo\u00e7\u00e3o da app ap\u00f3s o seu lan\u00e7amento?<\/strong><br \/>\nConstruir uma app \u00e9 apenas o primeiro passo. Mas \u00e9 preciso promov\u00ea-la e investir na sua divulga\u00e7\u00e3o. Se n\u00e3o houver or\u00e7amento para tal \u00e9 preciso pensar bem se valer\u00e1 a pena desenvolv\u00ea-la pois ser\u00e1 como produzir qualquer pe\u00e7a de comunica\u00e7\u00e3o, seja um banner ou um filme publicit\u00e1rio e depois n\u00e3o existir or\u00e7amento para comprar os meios para a sua divulga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>5. Presumindo que existe or\u00e7amento para a cria\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o da app, \u00e9 poss\u00edvel garantir a sua manuten\u00e7\u00e3o e incentivar a sua utiliza\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\n\u00c9 comum as empresas acharem que depois da app estar desenvolvida o processo termina. Ora esse n\u00e3o \u00e9 de todo o caso. Hoje os consumidores esperam que as apps evoluam para dar resposta \u00e0s suas necessidades e as apps mobile requerem atualiza\u00e7\u00f5es constantes de funcionalidades e seguran\u00e7a que necessitam de planeamento, recursos alocados e investimento. Outro ponto importante \u00e9 garantir que se consegue manter o n\u00edvel de interesse e utiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No caso das respostas aos pontos anteriores estarem resolvidas faz todo o sentido avan\u00e7ar para o desenvolvimento de uma app. N\u00e3o faz\u00ea-lo pode representar o desperd\u00edcio de uma oportunidade de envolver o p\u00fablico-alvo da marca. A verdade \u00e9 que as marcas que conseguirem pensar nas suas apps como uma oportunidade de criarem um produto ou servi\u00e7o verdadeiramente inovador, com uma vis\u00e3o de cria\u00e7\u00e3o de rela\u00e7\u00f5es com os consumidores a longo-prazo, conseguem obter resultados de intera\u00e7\u00e3o e envolvimento extraordin\u00e1rios. As apps s\u00e3o ainda indiscutivelmente uma forma poderosa de cria\u00e7\u00e3o de novas experi\u00eancias para o consumidor, conseguindo fazer a ponte entre o mundo f\u00edsico e o digital, tirando partido da funcionalidade de localiza\u00e7\u00e3o e do desenvolvimento de experi\u00eancias personalizadas em tempo real. Existe ainda um mundo de oportunidades \u00fanicas de relacionamento com os meios offline como TV, R\u00e1dio, Imprensa e Outdoors.<\/p>\n<p>Em \u00faltima an\u00e1lise, a resposta \u00e0 grande quest\u00e3o sobre desenvolver ou n\u00e3o uma app passa sempre pelo or\u00e7amento dispon\u00edvel. Se o or\u00e7amento for apertado, o grande foco dever\u00e1 ser a cria\u00e7\u00e3o de uma estrat\u00e9gia de otimiza\u00e7\u00e3o do site para mobile, sendo que n\u00e3o o ter hoje em dia j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o. H\u00e1 que ter sempre em conta que se uma app pode co-existir com um site mobile, n\u00e3o pode substitu\u00ed-lo.<br \/>\nEm suma, as apps mobile n\u00e3o devem ser o ponto de partida de uma estrat\u00e9gia mobile mas as marcas t\u00eam tudo a ganhar se as encararem como um ponto de chegada, garantindo que marcam a diferen\u00e7a na vida do consumidor conseguindo aumentar a sua proximidade, intera\u00e7\u00e3o e liga\u00e7\u00e3o. Assim haja relev\u00e2ncia e or\u00e7amento.<\/p>\n<p>Por <a href=\"\/author\/raquelgoncalves\/\">Raquel Gon\u00e7alves<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>To APP or not to APP? Um estudo efetuado em 2014 pela Flurry, empresa da Yahoo de an\u00e1lise de dados e venda de publicidade mobile, demonstrou que aproximadamente 86% do tempo que um consumidor passa em dispositivos m\u00f3veis \u00e9 a utilizar aplica\u00e7\u00f5es, sendo o tempo utilizado em navegadores de apenas 14%. 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